ARTIGO

27/10/2013

Pensando Grande - Parque Ambiental e Turstico de Ourinhos

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A Lei Orgânica do Município preceitua em seu artigo 318, que “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e saudável, impondo-se ao Poder Público Municipal e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para a presente e futuras gerações, conforme disposto no Artigo 225 da Constituição Federal.”

A preservação do ambiente passa a ser, portanto, a base em que se assenta a política econômica e social do país. E, nesse contexto, o desenvolvimento das cidades e o adensamento demográfico não podem descuidar da necessidade de preservação ambiental para garantir sadia qualidade de vida à população.

Atenta-se ainda ao princípio do desenvolvimento sustentável, que o desenvolvimento pode e deve se dar desde que haja uma gestão racional dos recursos naturais de modo a não comprometê-los, preservando-os,e inovando as formas de evolução tecnológica e industrial.

De acordo com a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), há probabilidade de que a atividade industrial consuma duas vezes mais água até o ano 2025, se continuarmos no ritmo atual do desenvolvimento econômico (in)sustentável. Por isso, a grande importância de preservarmos os bens naturais de nossa cidade.

Nossa cidade que sofre com a falta de atividades turísticas e ecológicas, mesmo tendo três Rios que a cortam (Paranapanema, Pardo e Turvo), e a população sempre cobrou mais investimentos e ações políticas que visassem o desenvolvimento turístico de Ourinhos.

Foi pensando nisso que aprovamos a Lei Complementar 853, que prevê a implantação de um Centro de Educação Ambiental, que se tornará um pólo turístico e ambiental do município, beneficiando os jovens e suas famílias que irão ganhar um parque turístico para visitação, lazer e aprendizado.

Um local único, o encontro das águas dos rios Pardo e Turvo, onde o Rio Turvo desemboca no Rio Pardo, e também está na área colocada na Lei,onde desemboca o esgoto da cidade, poluindo os rios em questão, por não haver tratamento adequado e, assim, com a lei será possível a restauração das funções ecológicas, para recuperação da APP, com as necessárias medidas compensatórias, obras de urbanificação e implantação dos equipamentos urbanos faltantes (para evitar novos danos ambientais) e medidas inibitórias de novas ocupações.

Portanto, restava aos agentes políticos assumirem suas atribuições em toda plenitude e desenhar o modelo de cidade para seus habitantes. E, acredito que, a curto/médio prazo, essa Lei trará grandes benefícios à população e mais qualidade às futuras gerações.

 

Lucas Pocay

Presidente da Câmara Municipal de Ourinhos e Presidente da UVEMP-União dos Vereadores do Médio Paranapanema

Autor: Lucas Pocay

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COMENTRIOS

  • 27/10/2013Marcio Roberto Fermiano !

    Meus Parabns Lucas sempre pensando em uma Ourinhos melhor para nossa populao !

  • 30/10/2013morador bem representado

    Dia desses assistindo os "trabalhos" da cmara, ouvi de um vereador que uma denuncia de um outro vereador, sobre os caminhes que prestam servio para a prefeitura era coisa politica mesmo. pasmem pode isso Arnaldo?

  • 02/11/2013Anderson

    E quanto ao abandonado Parque Ecolgico, como fica???

  • 02/01/2014helio !!

    Ate q enfim alguem teve uma grande ideia ourinhos teria q ter isso a tempos ja mto gratificante ao povo pensar em uma boa coisa assim pra ourinhos um ponto positivo pra ti Lucas Pocay parabens q va a frente e concretize esta ideia

  • 20/02/2014Carlos

    Muito bem colocado a posio do Sr. Vereador. Porm h de se pensar no lanamento em natura do esgoto da cidade de Ourinhos e gostaria que se abordasse tambm junto aos funcionrios da SAE, como tratada a eliminao de metais pesados que lanam no esgoto de Ourinhos.

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